A Minha História
O meu percurso não foi uma linha reta: foi uma exploração de vários universos. Comecei fascinado pelas Ciências e Tecnologias, com o sonho de ser engenheiro de energias renováveis. Tudo mudou no nono ano, quando descobri o Photoshop e comecei a aprender sozinho — foi essa curiosidade que me abriu as portas do design digital.
No IPCA, essa paixão ganhou base. Passei por um leque largo de disciplinas, do branding ao web design, do editorial ao 3D, e assumi a minha identidade de «faz-tudo» criativo (jack-of-all-trades): alguém que gosta de ligar os pontos entre áreas diferentes. Essa base multidisciplinar, junta à lógica de engenheiro que nunca me largou, moldou a forma como trabalho: resolver problemas com estrutura, sem perder a alma criativa.
Hoje, com a inteligência artificial, ser faz-tudo deixou de ser dispersão e passou a ser vantagem. A IA permite-me levar cada ideia mais longe em cada área — da marca ao código, do 3D ao vídeo — e, como conheço todas por dentro, consigo fazer ligações que passam despercebidas.